 |
|



|
Meu Perfil
BRASIL, Nordeste, SALVADOR, Homem, de 26 a 35 anos
|
Histórico
Votação
Dê uma nota para meu blog
Outros sites
'Cronologia e Características dos Movimentos Literários '
Confira alguns sites para arrasar na redação
Acervo Supervirtual
Escola Interativa
Biblioteca virtual do estudante de língua portuguesa
Grupo Educadores_ba
|
 |
 |
|
|
| |
MAC ACARAJÉ

Contei todas as esquinas da Bahia, Projetei no futuro, Em cada estação do Metrô As máquinas serão postadas. Mais que as Colas, Servirão à toda população. Uma vez o cartão magnético passado Faz-se a opção: Com camarão ou sem? Vatapá, caruru, salada... Frio ou quente? - Microondas. - Sabor picante artificial.
Sei da social convulsão, Sei que a mão amassadora de feijão Terá destino certo na emigração. A “ mão invisível” de Keynes já explicou: Vale do Silício. Sic.
As telas coloridas e sonoras Seduzirão mais que a essência De dendê mineral.
Registrei a patente na federação, Nos terreiros, fiz oferendas aos orixás. Bill Gates vai patrocinar.
Luís Carlos de Oliveira ****************************************************************************************************
Vendido nas ruas desde o século XIX, o bolinho feito de feijão-fradinho carregado pelas escravas com os tabuleiros na cabeça pelas ruas de Salvador. Desde que a palmeira que dá o óleo do dendê veio da África e foi introduzida na Bahia, o acarajé, a comida de Iansã, passou a ser uma das principais fontes de renda das chamadas baianas de acarajé. De tão rentável foi transformado em patrimônio (imaterial?) nacional.
Na religião dos orixás, os homens dialogam com seus deuses através dos sacrifícios e oferendas de alimentos. O akaraje é um deles e veio parar no Brasil através dos escravos africanos. Como eram as mulheres negras que dominavam as cozinhas, não demorou para que essa e outras receitas africanas começassem a ser conhecidas e admiradas nas mesas brasileiras, conta Luí¬s da Câmara Cascudo. No Brasil colonial, acarajés e outras iguarias eram vendidos nas ruas em tabuleiros que as escravas de ganho equilibravam sobre suas cabeças, enquanto iam cantando para atrair a freguesia. Com o que conseguiam juntar, muitas até conseguiram comprar a própria liberdade.
A palavra acarajé é junção das palavras das canções das antigas vendedoras, onde akara é o bolinho e jé é comer em iorubá. Era um convite aos fregueses para virem comer os seus bolinhos.
Para aplacar a ira de Iansã, a Rainha dos Ventos, Raios e Tempestades, todos os sábados, dia em que a deusa é consagrada, seus filhos se vestem com os tons de vermelho e branco e lhe oferecem uma iguaria única de sabor forte: o acarajé. Sobre a oferenda, são colocados em fileira sete camarões grandes. A comida de Iansã (ou Santa Bárbara, no sincretismo religioso) era preparada só por filhas-de-santo, seguindo um ritual religioso. Os tempos mudaram, mas a aura continua.
Obs: o texto original – mais complete – se encontra no blog http://www.bahia.flog.oi.com.br/4.html, mas como podem ver está desconfigurado, por isso não posso afirmar se minha correção foi a mais correta...
Escrito por Maxsm às 00:30
[]
[envie esta mensagem]
[link]
É PRA FALAR SOBRE O QUE MESMO?
Ao produzir um texto com base em uma proposta pré-definida, o primeiro desafio é não fugir ao tema. E, diga-se de passagem, tema não é a mesma coisa que assunto. Veja como acabar com essa confusão

Uma boa imagem para ilustrar a distinção entre tema e assunto é a da prateleira e a da estante. O tema é uma das prateleiras da estante assunto. Fugir ao tema é como escorregar de uma prateleira para outra. Sem, contudo, sair da estante. Saber a diferença entre os dois conceitos é muito importante, tanto para o estudante que faz uma prova de redação quanto para o professor que a propõe e corrige.
A avaliação escolar de um exercício de produção de texto muitas vezes leva em conta aspectos que vão além da mera competência lingüística. Alguém que sempre dominou o código e obteve boas notas em Português pode receber nota zero na prova de redação por fugir ao tema.
Cada vez mais os exercícios de escrita têm sido associados à leitura. É preciso estar atento a uma série de comandos que determinam expectativas da correção quanto às competências a serem observadas. Uma delas é a capacidade de obedecer a instruções.
Um texto totalmente inadequado à proposta recebe nota zero em qualquer avaliação escolar. Isso não quer dizer que o texto seja imprestável. Ele pode até ser bom, mas é anulado por não se enquadrar nos parâmetros exigidos.
Mas a inadequação total à proposta é um procedimento relativamente raro. Mais comum é a fuga parcial ao tema. Uma proposta do vestibular da Unicamp pedia ao candidato que elaborasse uma dissertação sobre “a violência das tribos urbanas modernas”. O estudante deveria, portanto, escrever sobre a violência produzida por gangues ou grupos sociais específicos, característicos da sociedade moderna, como as torcidas organizadas de futebol, os neonazistas, os “pitboys”. Alguns candidatos, entretanto, produziram textos sobre a violência em geral, falando da criminalidade, da violência policial, dos conflitos no campo ou mesmo da violência doméstica. Se o texto também mencionava a violência das tribos urbanas modernas, ele não era anulado, mas sua nota ficava comprometida em decorrência da fuga parcial ao tema.
Fugir do tema, total ou parcialmente, é muito mais fácil do que se imagina. E isso não pode ser confundido com cair em absurdos, começar tratando de um assunto e, sem mais nem menos, chegar a outro sem nenhum nexo lógico. O problema é que continuar no mesmo assunto nem sempre significa continuar no mesmo tema.
O tema deve ser delimitado dentro de um assunto maior. Não é possível escrever uma dissertação de 30 linhas sobre um assunto tão amplo como a “violência”, por exemplo. Quem se propuser a isso acabará por produzir não um texto mas um amontoado de vários temas sem desenvolvê-los. Uma metralhadora giratória de tópicos que não formam um raciocínio com começo, meio e fim.
O estudante deve, portanto, antes de começar a dissertar, selecionar os aspectos mais importantes ou que conheça melhor. O assunto “violência” comporta vários temas e cada um deles pode se desenvolver em dissertação. Por exemplo: violência urbana; violência no campo; violência nos estádios de futebol; violência familiar; violência da polícia; violência nos meios de comunicação, violência contra a mulher, etc.
A delimitação prévia do tema, mesmo quando não explícita pela proposta de redação, é prática recomendável, pois impõe limites e garante que o texto se mantenha dentro deles.
Um abraço e boas letras.
Wellington Borges Costa é professor de compreensão e produção de textos, autor de Brasil ao Pé da Letra da Canção Popular (Ed. Positivo), prêmio Jabuti 2003, e radialista em Curitiba-PR.
Escrito por Maxsm às 22:37
[]
[envie esta mensagem]
[link]
PROCEDAM CONFORME VISTO EM SALA, RESPONDEREMOS ESTA ATIVIDADE NO NOSSO PRÓXIMO ENCONTRO
1. Escreva um parágrafo expressando a sua opinião crítica sobre o tema abaixo
Seria a violência inerente ao homem?
2. A partir dos temas dados: retire a palavra-chave e elabore a introdução :
a. “O Brasil mergulha no abandono arrastando consigo os menores carentes.”
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7.
b. “O homem foi criado por Deus para resolver problemas. Mas começou a cria-los ao invés de resolve-los.”
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7.
c. “Infeliz é o povo que precisa de heróis.”
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7.
d. “O jeitinho brasileiro leva sempre a bons resultados?”
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7.
Escrito por Maxsm às 21:34
[]
[envie esta mensagem]
[link]
O Rascunho
Elaborado o esquema, o aluno ou candidato já terá o seu caminho traçado. Já sabe os argumentos que usará e qual tese irá defender. Sua redação ou seu trabalho, agora, será dar formas às idéias apenas esboçadas na introdução, no corpo ou na conclusão. O rascunho sempre foi, é e será necessário, não há dúvida alguma. Conclui-se que nem mesmo os alunos que redigem com certo desembaraço podem dispensar o rascunho. Ele é útil e necessário.
ATENÇÃO O rascunho deve ser feito na mesma página do esquema. Sendo o esquema um guia, o aluno não perderá de vista. Deve-se, além disso, fazer um único rascunho.
OBSERVAÇÃO: Na maioria dos exames de habilitação, o rascunho é permitido, quando não aconselhado. E outra não poderia ser a atitude do examinador ou professor, se atentarmos para o fato de que a redação é um trabalho paciente, consciencioso e que não se concretiza com algumas penadas às pressas.
Numa redação, os alunos ou candidatos não têm condições de dispensar o rascunho. Nem os nossos mais renomados escritores, conforme já tivemos oportunidade de observar.
Escrito por Maxsm às 21:29
[]
[envie esta mensagem]
[link]
COMO RETIRAR UM ARGUMENTO DE UM FATO
Para retirar um argumento de um fato, é preciso reconhecer as possibilidades de se argumentar tecnicamente; os recursos mais usuais são:
a) Exemplificação - apresenta-se um exemplo para um fato anteriormente citado:
Como diria Rui Barbosa "triste é a sociedade onde os maus servem de exemplo; e os bons, de mofa" de tais palavras, pode-se extrair o exemplo do Brasil, onde ser honesto é motivo de gozação e ser desonesto é motivo para exaltação.
b) Enumeração - divide-se o fato anterior em "sub-fatos":
Recentes pesquisas do IBGE demonstraram que aproximadamente trinta milhões de brasileiros passam fome; tais pesquisas, entretanto, não revelam a existência de três tipos de fome: a completa inanição, a fome eventual e a fome contínua.
c) Causa/Conseqüência - apresentam-se os motivos e/ou as conseqüências para um fato anterior:
"Nas últimas décadas a educação figurou como item inexpressivo nos investimentos públicos. A remuneração atribuída aos professores da rede estadual deixou de ser compensadora economicamente, causando a migração dos docentes qualificados para o exercício de atividades mais rentáveis. A eclosão de greves contínuas para reivindicar melhorias salariais desgastou e desmotivou o magistério.”
d) Definição - define-se um conceito sobre um fato anterior:
Encontra-se na sabedoria popular o conceito de que a realidade é como as coisas são, é como o mundo é. Entretanto, tal conceito carece de profundidade, já que a realidade é a maneira de o homem pensar, interpretar e manifestar o mundo.
e) Refutação - é a não aceitação de um conceito fatual anterior:
Goebels, ministro da comunicação de Hitler, dizia: "A guerra é a higienizadora dos homens.” Nada pode ser mais absurdo, uma vez que a guerra dizima populações, destrói cidades e desestabiliza as relações entre os povos.
f) Analogia - faz-se a comparação entre dois contextos, a partir do fato anterior:
O BrasiI fechou o ano de 1999 com superávit acumulado nas bolsas de valores de cinqüenta e seis por cento. De forma análoga, a Rússia conseguiu superar o péssimo ano de 1998, atingindo cento e cinqüenta por cento de lucro em suas bolsas de valores.
Escrito por Maxsm às 21:27
[]
[envie esta mensagem]
[link]
RECURSOS DISSERTATIVOS
FATO É DIFERENTE DE OPINIÃO
Fato é aquilo que você presencia e é capaz de relatar exatamente como aconteceu, o mesmo vai acontecer com a outra pessoa observadora de idêntico acontecimento, ou seja, você e a outra pessoa são capazes de reproduzir os acontecimentos da mesma maneira. É por esta razão que OS FATOS SÃO INCONTESTAVEIS E, DEPOIS DE DEMONSTRADOS, SAO IRREFUTAVEIS, CONSTITUINDO, PORTANTO, ELEMENTOS DE EXATIDÃO.
Veja um exemplo: As pessoas que assistiram ao massacre promovido pelo estudante de medicina Matheus da Costa Meira, em um shopping center de São Paulo, serão capazes, todas elas, de reconhecer umas no relato das outras, a ocorrência de um fato, já que as informações possuídas são idênticas ou semelhantes.
Opinião é o pensamento envolvendo a formação de um ponto de vista decorrente das particularidades de julgamento e do volume de experiências e informações disponíveis. AS OPINIÕES SÃO CONTESTÁVEIS, PORQUE RESULTAM DE EXPERIÊNCIAS PESSOAIS, E ELAS VALEM PELO PESO DOS ARGUMENTOS UTILIZADOS PARA DEFENDÊ-LAS.
Veja um exemplo: Perguntados sobre o que achavam do massacre do shopping, os paulistanos responderam basicamente de três formas diferentes:.
a) o matador deveria ser morto para pagar os crimes dele, porque compreendia exatamente a gravidade de suas atitudes, convém lembrar que era um estudante de medicina, rico e com todas as chances na vida; b) o jovem Matheus da Costa Meira é um doente mental que se encontrava sob tratamento psiquiátrico e não pode ser responsabilizado pelos seus atos - foi uma fatalidade; c) embora o estudante de medicina seja doente mental, sua família e seu médico devem ser responsabilizados pelos atos dele por tê-Io deixado solto sem medicamentos para cometer as atrocidades que ocorreram.
A BASE FATUAL DOS PARÁGRAFOS
Os parágrafos costumam ser redigidos em Português, inicialmente, com um dos recursos mais simples que há: a união entre o fato e o argumento que dele se origina. Veja os mais usuais tipos de fatos:
CITAÇÃO - consiste em utilizar-se das palavras de um autor renomado e notável, para apoiar o próprio argumento. Exemplo: Como dizia Rui Barbosa: "Triste é a sociedade onde os maus servem de exemplo; e os bons, de mofa”. . . . Parafraseando Guilherme de Almeida: "A mais linda ilusão dura um segundo, a vida inteira, uma saudade”.
DADO ESTATÍSTICO - consiste em. utilizar-se do apoio de uma pesquisa realizada por um instituto sério e de credibilidade atestada, para fortalecer o próprio argumento. Exemplo:
Segundo recentes pesquisas do FAO (Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), no período de 1998 à 2000, dois milhões de pessoas morrerão por fome na África; enquanto outros tantos morrerão nos Estados Unidos por excessos na alimentação.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (lBGE) atestou que o desemprego no Brasil, em 1999, atingiu algo por volta dos onze por cento nas regiões metropolitanas; somente em São Paulo há o equivalente a toda população de Porto Alegre desempregada.
DADO HISTÓRICO - consiste em utilizar a História para reforçar o próprio argumento. Exemplo:
Em 1933, a ascensão do ex-cabo do exército alemão, Adolf Hitler, determinaria a chegada ao cenário mundial do terror racista contra os Judeus...
Na Grécia Espartana, era comum que os varões fossem retirados do seio das famílias aos seis anos para serem educados por tutores militares...
DADO GEOGRÁFICO - consiste na utilização de informações pertencentes à geografia de segundo grau. Exemplos:
Nos países do terceiro mundo, existem vários problemas relativos aos setores da economia, da saúde e da educação... No sertão nordestino, durante, os períodos de seca, o rio São Francisco constitui-se na única fonte de sobrevivência das populações ribeirinhas...
IDÉIAS CONTRASTANTES - consiste em demonstrar uma situação contrastante da realidade social. Exemplo:
Enquanto muitas pessoas não possuem uma única peça de roupa para vestir ou sobras de comida para se alimentar, nas festas de reveillon da virada do ano 2000, foram queimadas dezoito toneladas de fogos na praia de Copacabana; consumidas trinta milhões de garrafas de bebida e consumidos mais de dez mil toneladas de aves no Brasil.
Escrito por Maxsm às 21:25
[]
[envie esta mensagem]
[link]
A IMPORTÃNCIA DA REDAÇÃO
LEIAM ESTE TEXTO DE Hildebrando A. de André PARA COMENTARMOS EM SALA:
No mundo de hoje, ironicamente chamado "da comunicação", a verdade é que pouco nos comunicamos. Isolamo-nos dos nossos vizinhos. No lar, há cada vez menos ensejo para conversas. Na escola, os textos científicos e literários estão se tornando estranhos, de difícil entendimento. Quando falamos, freqüentemente repetimos frases feitas por outros, idéias estereotipadas — aquelas mesmas idéias e frases maciçamente divulgadas pela TV ou pelo rádio... A situação não é nada otimista. Falamos pouco, lemos quase nada... E escrever? Até a pergunta há de parecer estranha... Escrever para quê?
"Não e de admirar que muitos não sintam qualquer atrativo para escrever. Quem não lê, quem fala tão pouco com seus semelhantes, não pode ter sequer idéias próprias. Que é que diria escrever! Se não tomarmos urgentes providências, em breve nos transformaremos em robôs, bonecos de mola... De quem é a culpa? De ninguém. Talvez nossa mesmo. Pagamos o tributo ao progresso material, sofrendo, na própria carne, como cobaias, os ”benefícios" da técnica... Ninguém é contra o progresso ou contra a técnica. O que devemos é reagir contra a massificação. Deixar aquela posição cômoda, passiva, que nos tem transformado em presas fáceis dos mais gananciosos, nesta desumana sociedade de consumo.
Sim, é preciso reagir. A escola nos ensina muitos caminhos. O mais importante é ESCREVER. Quem escreve é levado a isolar-se da agitação, a pensar, a refletir. Ai está o mérito da redação. Quem escreve concentra-se, analisa, raciocina, critica, apresenta soluções próprias. Quem escreve dá valor a si mesmo, aprende a ver em profundidade, descobre o mérito relativo das coisas e põe às claras os enganos e os sofismas dos que nos pretendem ludibriar.
Escrever é o mais adequado meio para a formação de nossa personalidade, como seres livres, independentes, realizados intimamente. Escrever é lutar contra os que nos impingem idéias prontas, frases feitas para substituir nossos pensamentos e nossa linguagem. Pensemos nisso. Dediquemo-nos à redação, principalmente por esses motivos. A redação faz-nos meditar sobre a vida, sobre os homens e sobre nós mesmos. Leva-nos a ser mais humanos, a amar nosso semelhante, a respeitá-lo, a comunicarmo-nos com ele mais freqüentemente. E, sobretudo, como será gratificante conquistar a escrita: dominar os recursos da palavra, da frase, do discurso variado e rico. Ver nossas idéias, claramente expressas, a serviço da cultura, da união entre os homens, da valorização do que é verdadeiro e honesto, do que é belo e puro.
Escrito por Maxsm às 21:22
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Vamos começar nosso blog de Redação. Aqui vocês vão dispor de todas as apostilas e textos trabalhados, e ainda à trabalhar, em sala. Além da publicação de atividades, comentários destas, publicação de trabalhos de vocês e links (endereços) para sites que podem ajudá-los no assunto ou de nosso interesse.
Escrito por Maxsm às 11:18
[]
[envie esta mensagem]
[link]
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|
| |
|
 |
|